kisspng-wedding-invitation-paper-asiatic-peafowl-feather-super-beautiful-peacock-feathers-
kisspng-wedding-invitation-paper-asiatic-peafowl-feather-super-beautiful-peacock-feathers-
PRUDENTE logo.png

de Oscar Wilde

press to zoom

press to zoom

press to zoom

press to zoom
1/8

1h45 | Comédia | Classificação: 12 anos

5 Estrelas SAMPA ON-LINE

Sinopse

prudente_elemento.png

Manter-se com uma boa reputação em alta sociedade não é algo fácil. Para isso, Jack sustenta uma mentira considerável; quando quer aprontar qualquer coisa onde não o conhecem, se passa por seu irmão de nome inventado: Prudente.

O problema é que agora Jack está apaixonado e, para se casar, tem que matar de vez seu irmão fictício! Mas é claro que nada vai ser tão simples assim!

 

Na charmosa Londres do fim do século XIX; com um texto ousado, ácido, irônico e completamente atual, Oscar Wilde debocha dos ricos e da sociedade que se pavoneia criando uma situação hilária nesse clássico do teatro inglês.

SeekPng.com_victorian-border-png_819046 (1).png

Ficha Técnica

Texto original: Oscar Wilde 

Tradução e Adaptação: Rafael Mallagutti 

Direção geral: Rafael Mallagutti 

 

Produção executiva: CIA LONDON 

Sonoplastia: Luiza Agostini 

Figurino e indumentária: Acervo Cia London 

Assistente de direção: Bárbara Trabasso 

ELENCO 

Como Jack Worthing – Gabriel Boani 

Como Algernon Moncrieff – Rafael Mallagutti 

Como Lady Bracknell – Felipe Cantoni 

Como Miss Gwendolyn Fairfax – Natália Santana

Como Cecily Cardew – Bárbara Trabasso 

Como Laetitia Prism – Margareth Rodrigues/Natália Santana

Como Dr. Friederick Chasuble – Vitor Colli 

Como Lane – Carlos Alberto Neves 

Como Mary Anne – Natani Luiza

Ficha Tecnica

Texto original: Oscar Wilde 

Tradução e Adaptação: Rafael Mallagutti 

Direção geral: Rafael Mallagutti 

 

Produção executiva: CIA LONDON 

Sonoplastia: Luiza Agostini 

Figurino e indumentária: Acervo Cia London 

Assistente de direção: Bárbara Trabasso 

Assistente de produção: Anna Vay, Beatriz Viviani

ELENCO 

Como Jack Worthing – Gabriel Boani 

Como Algernon Moncrieff – Rafael Mallagutti 

Como Lady Bracknell – Felipe Cantoni 

Como Miss Gwendolyn Fairfax – Natália Santana

Como Cecily Cardew – Bárbara Trabasso 

Como Laetitia Prism – Margareth Rodrigues/Natália Santana

Como Dr. Friederick Chasuble – Vitor Colli 

Como Lane – Carlos Alberto Neves 

Como Mary Anne – Natani Luiza

prudente_elemento.png
SeekPng.com_victorian-border-png_819046 (1).png
SeekPng.com_victorian-border-png_819046 (1).png
4128940.jpg

Fotos

prudente_elemento.png
 
 
 
SeekPng.com_victorian-border-png_819046 (1).png

Clipping

prudente_elemento.png
Captura de Tela 2022-05-11 às 12.38.52.png

press to zoom

press to zoom

press to zoom

press to zoom
1/5
 
4128940.jpg
OW.png

OSCAR WILDE – Pílula de Rafael Mallagutti 

 

Publicada pelo “Deus Ateu”

Site de crítica teatral; em razão do dia do orgulho LGBTQIA+ de 2021

Oscar Wilde. Dramaturgo, romancista, poeta. Transgressor ousado. Filho de intelectuais. Antes mesmo de ser conhecido por sua obra já “causava” na sociedade por seu estilo dândi, referência ilustrada por sua imagem até hoje. O dândi era o homem conhecido por não se importar em cuidar de sua aparência com primor, sem medo de usar cores, tecidos, estigmas; viver a vida a valer. 

Wilde era uma afronta à sociedade vitoriana não só em sua impecável estética pessoal, mas em sua obra. Ainda que considerado um dos maiores romancistas do mundo, escreve apenas um romance “O Retrato de Dorian Gray”, livro que inaugura a o movimento literário do esteticismo. Mas o que é isso? Em termos práticos, não fosse suficiente o livro basicamente falar de um semi-triângulo amoroso masculino; assim como com seu personagem principal, Oscar traz o pensamento de que; se a arte for bonita, aprazível e trouxer completude, ela pode basicamente fazer o que quiser.

Dane-se a moral!  

É triste que a História seja repleta de nacionalistas alienados, que matam seus intelectuais para depois chamá-los de mártires (e possivelmente construir um aeroporto com seu nome uns anos depois só pra não ficar chato). Ninguém aguenta um artista disposto a ser feliz e diferente. É demais! Por isso, mesmo com seu sucesso no West End, com seus muitos poemas e espetáculos geniais, no auge da vida, Wilde é mandado a prisão por sodomia (Antigo termo criminal pra dizer que ele era homossexual). Quem abre o processo é o pai de seu amado. “Mas ele era gay então?” Não! Ele era casado e com filhos, inclusive. Coisa que ninguém fala. “Poxa, ele era bi?” Sabe-se lá. Quem liga?! Ele era livre. Simples assim.  Escreve na cadeia “The Profundis”, longa carta que narra seu descontentamento com a situação e o mundo.

 

Liberto, vai para a França e nunca mais retorna à Inglaterra. Morre em Paris.

 

Cada vez que vejo o semblante de esfinge de Wilde em uma foto ou coisa que o valha, sorrio.  Compartilho sua dor em ser colocado em rótulos, sem a chance de viver a filosofia que tanto amava: gostar do que é belo e do que lhe dá prazer sem que ter que ficar achando a bosta da moral. Um gênio, em meio à vastidão do vazio.  

De qualquer maneira, já devem ter feito um monumento, uma estátua ou nomeado 

algum aeroporto em sua homenagem.